Camisetas do Spidey na Threadless



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Camisetas maneiras sempre são bem-vindas. Relacionadas aos meus gostos, então. Era bem difícil conseguir algumas aqui no Brasil tempos atrás, mas hoje isso mudou.

Todo dia de manhã dou uma conferida em sites no estilo “Shirt today, gone tomorrow” para ver se tem algo realmente imperdível. O maior beneficiado até hoje foi o Dan, já que adoram fazer camisetas legais de Breaking Bad.

Mesmo com tanta variedade de lojas gringas, a minha preferida continua sendo a Threadless, não só por ter diversas camisetas, mas também pelo frete mais barato. Fico com muita raiva de pagar quase o preço de duas camisetas na postagem (como acontece na Teefury e na Ript Apparel), e ainda esperar um mês para receber. Mesmo assim, ainda sai em conta comprar lá fora do que aqui, ainda mais no quesito qualidade.

Depois de Toy Story, Vilãs e Minecraft, a loja f*deu com a minha vida lançando uma coleção maneiríssima do Spider Man. São 27 camisetas super legais, bem diferente da coleção lançada pela C&A tempos atrás (Homem Aranha desproporcional, oi?), bem desenhadas, divertidas e custando o dobro do preço normal das outras camisetas. Esperarei uma promoção futura para comprar algumas, não pago $23.50 mesmo. O bom é que na Threadless tem o macetinho de esperar datas comemorativas e comprar pela metade do preço. Também tem o detalhe que caso esteja esgotado o estoque, você pode solicitar “reprint” e eles avisam assim que voltar.

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Impressões sobre o Motorola Razr XT910



Esse texto está nos rascunhos do blog há um tempão e só agora lembrei de postá-lo. Aconteceu período antes do meu querido e estimado iPhone morrer de vez. Eu sempre tentava consertá-lo, e ele sempre me dava surpresas. Primeiro parou de vibrar. Consertei e parou de funcionar o microfone. Consertei o microfone, só que estava em um péssimo dia para receber a peça, fui ogra e risquei a tela, sem querer. Insisti até rolar uma intervenção do @DanWolks.

"Gaby, pare de tentar consertar esse celular. Já está na hora de comprar outro, pelo amor de Deus!"

“Gaby, pare de tentar consertar esse celular. Já está na hora de comprar outro, pelo amor de Deus!”

Na minha cabeça, meu iPhone se tratava de um aparelho muito bom. Sigo o lema de que enquanto algo estiver funcionando e me atendendo, não há a necessidade de substituição. Tá, o coitado é um sobrevivente de quase três anos. Já o matei em prol dos meus experimentos científicos diversas vezes, já fiz upgrade, downgrade, up, up, down, down, ← → ← → B A e o pobrezinho nunca reclamou. Perdi noites e noites tentando moldá-lo a minha vontade, implicância e insistência. O pior de tudo que ele era um incômodo para o Dan,que reclamava sempre das minhas viradas de noites fazendo pesquisa, que na cabeça dele eram sem necessidade.

Entre a morte do iPhone até a chegada do Xperia S (breve um review desse excelente aparelho), fiquei um bom tempo sem smartphone, quer dizer, sem um que não me estressasse. Dentro dos que me tiraram do sério, estava o Razr, aparelho o qual falarei hoje.

Ano passado, o Dan estava de saco cheio de não ter um bom celular. Ele foi assaltado no Centro do RJ e levaram seu iPhone. A Vivo, muito linda, deu um paliativo meia boca para ele se virar, isso porque somos clientes pós pagos e temos um bom plano. Cansado de tanto ficar na mão, o jeito foi comprar outro. Ficamos em dúvida entre o Motorola Razr e o Samsung Galaxy SII. Pesquisamos muito, fizemos test drive  em diversos aparelhos e por fim o Razr XT910 (eu sempre falei “raz” e descobri que é “razor”) foi comprado.

Optamos por conta de diversos pontos (comparado na época ao SII, Galaxy Nexus e Sony Arc S): o acabamento ser melhor (reza a lenda que o Razr é revestido em kevlar), os acessórios (ele vem com o padrão, cabos HDMI e com um lindo carregador veicular), e o desconto meia boca do programa de pontos, já que a política de fidelização da Vivo para clientes pós é ridícula.

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