Lay Novo + Nova Versão Mobile + Wallpaper fofo de Mass Effect



Ontem de madrugada, reparei que algumas coisas no layout anterior não estavam do meu agrado. Minha internet estava uma porcaria, uma lentidão só e acabei perdendo a paciência. Respirei fundo e parei para ler sobre velocidade de carregamento e otimização, e descobri que o excesso de plugins e arquivos inúteis estavam deixando o blog com duas toneladas.

Se desejar testar a velocidade de carregamento do seu blog: Loads e Pingdom. O Loads faz uma espécie de “melhor de cinco” para avaliar a velocidade média de carregamento do seu site.

Aproveitei e dei uma senhora faxina nos arquivos. Exclui imagens perdidas, temas antigos, tinha tranqueiras até do Hearts Queen. Apaguei as imagens duplicadas, rascunhos que não pretendia finalizar. Acabei excluindo mais do que deveria. Me livrei de quase meio giga na hospedagem e posso dizer que melhorou significativamente a velocidade.

Mexe daqui, dali e puff, deletei a porcaria toda do tema e comecei a trabalhar em outro. Vocês me conhecem e sabem que não consigo ficar parada em um layout por muito tempo. Deixei apenas o tema utilizado até o momento. Como estou no clima “Afterlife” (escutando a OST sem parar, não me pergunte a razão), o que sairia? Siiiim, Mass Effect!

Achei que ficou mega fofo e está do jeito que eu queria, com a molecada toda de uma vez. Dei uma amenizada na quantidade de imagens, deixei apenas os plugins necessários, tentei otimizar o possível e impossível. Demorei a madrugada para terminar e estou feliz com o resultado.

E por falar em plugins, estou usando e abusando do Jetpack para WordPress, que agrega diversas funções como compartilhamento de posts, galeria de imagens, estatísticas, backup, integração com redes sociais nos comentários, entre outros. Gostei bastante, principalmente no quesito de integrar os comentários e notificações em tempo real nos dispositivos iOS.

Agora vem a outra novidade: o blog agora é responsivo. Resumidamente, um layout responsivo é um único site pra todo mundo e, usando técnicas avançadas de CSS3, busca adaptar a experiência de acordo com o dispositivo e se adapta a todo tipo de resolução. É como uma versão mobile, só que melhorada e mais fácil para leitura, sem perder os elementos da versão para desktop. Para ilustrar melhor:

responsive

Fonte da imagem: Midiatismo

O blog tinha uma versão mobile bem legal e leve, só que me desagrada bastante ler em versão para celular no tablet, por exemplo. Me dá a impressão de esticar demais. Em contrapartida, os sites completos também não ficam legais e fluídos, sendo necessário deslizar todo tempo para ler o conteúdo completo. É interessante reparar nesses detalhes, pois no iPhone ficava perfeito, já no Xperia S, no HTC One e no iPad fica uma droga. Eu tentei chegar em um termo neutro. Comecei a pesquisar sobre o assunto e decidi migrar.

Utilizei o site Responsinator para verificar a aparência em diversos dispositivos e gadgets. O bacana desse site é que ele mostra a versão responsiva do blog tanto em retrato quanto em paisagem.Obviamente que alguns elementos (Cufon,oi?) se perdem e não ficam perfeitamente alinhados, mas se adaptam super bem. Quase tudo o que tem na versão normal, como comentários do Facebook, compartilhamento, se encontra na versão responsiva.

E para alegrar o desktop de vocês, que tal um wallpaper fofo?

Conheço essa artista Mwar faz um tempinho. Já vi uma arte dela virar camiseta na TeeFury e adoro seu trabalho, principalmente por juntar Mass Effect com Art Nouveau. Ela também é responsável por utilizar o estilo com temas como Portal, Game of Thrones e Brave. Ela disponibiliza a impressão de seus trabalhos na Etsy. Uma linda!

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Espero que curtam as melhorias do blog. Estou super animada com a carinha nova dele.

Sim, eu amo “comida de criança”



Aula de manhã. O sono vem com força total, anulando completamente o banho gelado que tomei poucas horas antes. Abro a bolsa e pego alguma coisa, geralmente um doce ou um salgadinho. As pessoas aceitam quando ofereço e depois me soltam a máxima:

- Você só come comida de criança? Você sempre anda cheia de doces na bolsa? Você é uma “Casa do Biscoito” ambulante!

De tanto escutar esse tipo de coisa, comecei a meditar. Que diabos seria comida de criança? Doces são designados apenas para crianças? Ou salgadinhos? E por que aceitam quando ofereço pra falar asneira depois? Se for assim, sim, adoro comida de criança e sim, minha bolsa sempre tem  doces. Por essas e outras que nunca preciso pedir nada para ninguém.

Não entendo o que leva esse tipo de pessoa a gostar tanto de se meter na gastronomia alheia. Já perdemos tanto da infância ao longo da vida, qual motivo e onde está a proibição de continuar comprando e curtindo esses sabores, que nem são mais os mesmo daquela época?

Esse debate me remete ao fato de que grande parte das coisas que eu curtia quando criança não se vende mais, e o que vende caiu a qualidade e triplicou o preço, outro fator que me desmotiva a comprar. Ora, o valor de seis latas de Farinha Láctea dá quase um jogo de Xbox. Algumas coisas realmente não consigo abandonar. Alimentos que eu gostava desde pequena, mesmo que compre de vez em quando. Vou citar algumas delas que continuo a consumir (e sim, com meu vocabulário):

Favoritos

1) Biscoito Goiabinha: 

Aprendi a amar por causa da minha mãe, que era viciada. Quando eu era criança, ele era o amigo do meu recreio, sempre presente na minha lancheira + suco de laranja. Consigo comer um pacote em menos de dois minutos. O preço hoje está absurdo e compro de vez em quando. Fizeram diversas versões, mas a tradicional goiabinha continua sendo a melhor de todas para mim.

2) Pirulito Flopito ft. Bala de Tamarindo ft Balinha de Coração: 

Três itens que fazem parte do meu dia-a-dia. De três em três meses, saio feliz e contente até a loja de doces mais próxima e compro o saco desses itens. Comecei a comprar no atacado por conta dos preços absurdos dos vendedores de doces. Um Flopito não sai por menos de R$ 0,50, enquanto pago R$ 6,00 pelo saco com 50 unidades. Sempre ando com pirulitos na bolsa, são super eficazes em momentos de sono/tédio.

As visitas sempre vão embora com um punhado da “bala dos cariocas” na bolsa. Amo, principalmente quando ela derrete. Desde que coloquei aparelho tem sido bem difícil conviver com elas, e quem disse que eu paro?

A Balinha de Coração aparece de vez em quando aqui em casa, sempre presente do @DanWolks.

3) Farinha Láctea:

Amo e odeio. Amo e não sei explicar a razão, e odeio por conta dos preços aplicados nas redes de supermercado. Compro de vez em quando, naquele momento de vontade extrema. Acho o preço absurdo, ainda mais depois desse pacote de 230g que lançaram. Uma lata dura duas semanas, já que gosto de misturar com pouco leite e muitas colheres, o que deixa quase um rejunte. Também gosto de comer com banana e mel.

4) Yakult,  Chamyto e similares:

Coloquei “e similares” porque não sou adepta da marca Yakult e Chamyto em si. Gosto do sabor do leite fermentado e para mim todos tem o mesmo gosto, seja o do Bob Esponja, o do garotinho ou da vaquinha. Só não gosto daquela versão maior do Chamyto, acho extremamente aguado, e nem das versões em potinho. Geralmente consumo um por dia e sempre tem aqui em casa, já que nós dois adoramos.

Quando eu era criança, minha mãe comprava Yakult com um vendedor, daqueles que iam de porta em porta. Ele vendia cem ou mais garrafinhas por um preço bem abaixo do mercado. Cheguei a tomar uns cinco por dia. Esses vendedores hoje são quase uma lenda para quem viveu essa fase, já que Yakult é nível Kinderovo de preço.

Favoritos

5) Toddynho ft. Ovomaltine:

Nunca lembro de comprar Toddynho aqui pra casa, embora eu ame. O Dan que gosta de levar para o café da manhã e compra, daí eu vejo na geladeira e tomo.

Ovomaltine é motivo de felicidade na minha vida. Só não compro quando o preço está absurdo (eu não pago dez reais em um pacote nem f*). Faço tudo com Ovomaltine: mingau, bolo, calda de sorvete, creme. Até na colher sem nada eu como.

6) Chambinho:

Outra coisa que quase não me lembro e adoro. Gosto de Chambinho congelado, sorvetinho. Tem uma história interessante sobre ele na minha vida. Quando era criança, minha mãe dizia que não se podia tomar dois potinhos de iogurte de uma vez que dava dor de barriga. Isso era papo e meu pai sempre me deixava comer dois quando ela saía. Não sei porque as mães mentem por nada para os filhos.

7) Biscoito presuntinho/queijinho: 

Presentes em quase toda a minha infância, também influência da minha mãe. Esse biscoito vendia em todos os hospitais que eu ía, ou em padarias próximas. Era o equivalente ao PSP ou NDS das crianças de hoje para passar o meu tempo. Comer um pacote desse biscoito me remetia a um monte de coisa e parecia nunca acabar!

O meu preferido era o queijinho, o presuntinho sempre cortava a minha boca. O quadradinho era difícil de mastigar. Os outros sabores não me agradavam.

8) Doritos e aqueles Baconzitos de rua: 

Não sei para vocês, mas Doritos para mim tem gosto do macarrão com molho que minha falecida avó fazia. Adoro, consigo comer aquele pacote gigante (só ar) em minutos. Além dele, adorava também o Cebolitos e aquele biscoito palito da Elma Chips. Cheetos Tubinho, que voltou a pouco tempo e sumiu novamente, também.

Coloquei “Baconzitos de rua” mas na real o nome é PELE. Todo mundo diz que aquilo faz mal, aumenta o colesterol, que é feito de maneira incorreta, que é o resto do resto do porco, até dar câncer já me falaram. No Centro da Cidade então, em cada esquina tem um tio pipoqueiro que vende pele. Dois reais e você sai com um sacão melequento de felicidade e anos a menos. Acho que vou providenciar um na volta para casa amanhã.

Favoritos

9) Chocolates em geral:

Não me considero chocólatra, mas assumo que ter uma barra de chocolate a disposição é essencial. Por algum motivo (do fantasma da gordice) um bombom não me satisfaz. Tem que ser uma barra, ou duas, ou três. Claro que não como tudo de uma vez. Tá, às vezes eu como. Enfim, traga-me chocolates e tenha meu bom humor em gratidão.

Como quase todas as marcas e odeio chocolate caseiro (parece que tem gosto de sabão). Meus preferidos são Milka, Lindt e tudo que tiver maracujá dentro.

10) Biscoito da Vaquinha: 

O lendário “biscoito de leite maltado” (o qual nome ninguém liga) é meu companheiro até hoje. Sempre tenho um pacote da vaquinha na bolsa. É incrível como tudo fica bom com ele, seja Nescau, Toddy, suco. Eu faço a ogrice de colocar um na boca e derreter com o líquido. Já pensei em fazer um pavê de bombons usando-o.

Quando eu era criança, fazia altas trocas de serviços com ele. Meu Mega Drive custou dois pacotes do biscoito da vaquinha. Consegui muitos gibis e livros trocando por ele. Ah, essa gurizada de hoje não sabe o que é bom.

11) Cremogema:

Embora eu saiba fazer mingau de todas as formas possíveis e impossíveis, sempre me bate vontade de Cremogema de morango, tradicional ou chocolate. Levando em conta que além dele enfio mais chocolate e mais maizena (lembra do rejunte?), existe algo no gosto que é único. Nenhum mingau de maizena (dã) tem o mesmo gosto que o Cremogema tradicional para mim. Acho que é coisa da minha cabeça.

Menção honrosa e saudades de: Guaraná Tobi de garrafa, biscoito Tictac, biscoito Fofura, Trakinas de antigamente com Coca-Cola de 1 litro, Sukita, Cherry Coke, Fanta Citrus e Maçã, chocolate Surpresa, chocolate da Mônica, Kinder ovo (eu não compro hoje NEM F*), bala de 1 centavo, pirulito POP gigante, Push Pop, Bala Soft (matava crianças, e daí? Nunca morri), Frutilly Splod e tantas outras coisas boas que talvez voltem quem sabe um dia.


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