A Família Wolks – ao menos desenhada.



Antes de ontem, assim que voltamos da loja onde compramos o quadro branco para lembretes importantes, comecei a desenhar. Desenhei eu e o @DanWolks.

Ontem, quando ele chegou da faculdade, reparou que eu havia prendido o quadro na parede, o que celebrava minha primeira experiência com uma furadeira. Parei de estudar por uns minutos e continuei o desenho. Não sou a mestra do Draw Something mas sei fazer uns rabiscos fofinhos. Desenhei os detalhes da roupa do Dan, troquei meu Adidas por botinhas. Surgiu o Dante, o Maki, Liara e Kaidan. Daniel desenhou o Leo Caramujo no meio.

E agora estou com um dó gigante de apagar o quadro que virou o primeiro retrato da nossa família.

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Prefiro meus gatos – e como eles chegaram aqui



Nesse exato momento acabei de ler um dos posts mais lindos que já tive a oportunidade, da fofa e sincera @MulherVitrola. Após a leitura, veio uma vontade imensa de adiantar o post sobre nossos filhotinhos e comentar sobre o assunto o qual ela aborda em seu belíssimo texto: Adoção e amor felino.

Como falei anteriormente no blog, eu e o Dan adotamos dois gatinhos, Dante e Maquiavel. Também contei que já tive outros gatos, mesmo alguns não sendo diretamente meus, como o Cornélio, Aurora (que me escolheu e depois foi embora quando a Yuki chegou), Cristal, Alice, Sunshine, Mia, Mel, outra que minha mãe adotou e não tinha nome. Tantos gatos e cada um com sua peculiaridade. Cada um com sua marca no mundo.

A verdade é que existe muito preconceito mediante os felinos. Sempre os amei, sempre os defendi. Já escutei (assim como a Sra. Vitrola que citou brilhantemente as doenças) coisas muito cruéis a respeito deles. Que gatos não prestam. E hoje pela manhã uma foto resumiu excelentemente o que eu penso desses julgamentos sem fundamento:

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